segunda-feira, 4 de outubro de 2010

nem mesmo a matemática

Trezentos e sessenta e cinco, quinhentos e trinta e quatro. 

Como medir?

Oitocentos e vinte três. 

Hoje eu me apego aos números para dar forma ao tão efêmero, tão etéreo.

Vinte sete. Quarenta e dois. 

Números concretos e palpáveis, para compensar o que me escapa.

Treze. Raiz quadrada de menos um. 

Imaginário.

Irreal.

Invisível.

Incômodo.

Intocável.

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